O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Extrema, Itapeva e Camanducaia (STIMEIC) acompanha com atenção o lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa do governo federal apresentada em Brasília e avaliada positivamente pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT).
Para o movimento sindical, a criação do pacto representa um avanço importante no enfrentamento à violência de gênero e reforça a necessidade de políticas públicas permanentes que garantam segurança, dignidade e respeito às mulheres, dentro e fora dos locais de trabalho.
Segundo avaliação divulgada pela CNM/CUT, a iniciativa fortalece a atuação conjunta dos três poderes na prevenção, combate e responsabilização da violência contra meninas e mulheres, além de ampliar campanhas educativas e a rede de proteção. Ainda assim, a entidade ressalta que desafios estruturais permanecem, como a necessidade de fortalecer a Lei Maria da Penha e ampliar o atendimento especializado às vítimas.
Outro ponto destacado é a instituição do dia 17 de outubro como data nacional de luto e memória das vítimas de feminicídio, reforçando a importância de manter viva a lembrança dessas mulheres como forma de impulsionar mudanças sociais e políticas que previnam novas violências.
Para o STIMEIC, o enfrentamento ao feminicídio exige mobilização constante do movimento sindical, das entidades de classe e de toda a sociedade. O sindicato reforça que os ambientes de trabalho também precisam ser espaços de conscientização, acolhimento e promoção da igualdade, contribuindo para uma cultura baseada no respeito e na defesa dos direitos das trabalhadoras.
A iniciativa também destaca que o combate à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva, que precisa envolver homens e mulheres na construção de relações mais justas e seguras em todos os espaços sociais.

